Pro Maico, é claro. Mas pro Terneiro e pro Hugo também.
Michael Jackson - Don't Stop 'Til You Get Enough
U-Men - Clubs
Jackson Five - Maria
James Kochalka Superstar - Show Respect For Michael Jackson
Divide & Kreate - I Told You To Beat It (Hives vs. Michael Jackson)
"Análise": Sexy Dolls - Tire A Minha Roupa
Michael Jackson - If You Don't Love Me
Beck & Record Club - I'm Waiting For My Man
Divide & Kreate - Illiterate City (Jackson Five vs. Guns N' Roses)
Michael Jackson - Come Together
McSleazy - The Baddest One I Know (Charlatans vs. Michael Jackson)
A música "analisada":
Tô botando pra ouvir aqui no blog também, caso alguém escolha por não baixar.
Download parte 1!
Download parte 2!
Ah, sim! E baixem também o ringtone do Terneiro, gravado ao vivo no programa:
terça-feira, 30 de junho de 2009
domingo, 28 de junho de 2009
Pergunte ao Terneiro!
"Fazendo o uso da palavra"
Além da homenagem ao Michael Jackson (Wikipédia), no programa de terça vai rolar uma verdadeira SABATINA de perguntas pro Terneiro. Vocês sabem: no programa passado ele confessou que a Susana deixou ele por um cara lá da serra, e ele então se propôs a responder TODA E QUALQUER PERGUNTA que a gente faça.
Por isso, eu conclamo: ouvintes do Magma, mandem suas perguntas pro Terneiro! Pode ser por aqui via comentários, por MSN, por e-mail, pelo Twitter... tá valendo tudo. O que importa é enchermos o Terneirão de perguntas, de preferência sobre sua vida pessoal/sentimental/sexual. Ninguém precisa se interessar exatamente sobre esse aspecto da vida dele, mas o que importa é perguntar.
Bora movimentar essa?
sexta-feira, 26 de junho de 2009
RIP
Michael Jackson morreu como viveu (pelo menos quando ficou famoso): com um monte de bizarrice misteriosa circundando a figura dele. Sim, por que até agora parece que a causa da morte não ficou exatamente clara. E podem esperar que daqui a algum tempo vai começar a aparecer teoria da conspiração e gente dizendo que na verdade ele não morreu, tá trabalhando como vendedor de bananas no Equador.
A despeito dessas bizarrices, o que sobra de bom mesmo depois disso é a música do cara. Então, nada mais justo do que falar sobre aquela que é, na minha humilde opinião, a obra-prima dele: Thriller. (Recomendo clicar ali pra ver o clipe, já que não dá pra embedar)
Eu já falei sobre isso, meio por cima, em algum lugar no meu velho blog, mas não custa ressaltar: Thriller era mais que um videoclipe. Era um evento pop.
Te imagina nos anos 80. Tu já tinha ouvido Thriller, a música. Conhecia ela e tal. Aí o Máicol vai lá e lança esse clipe (provavelmente tu vai ter assistido ao clipe no Fantástico). Clipe não: curtametragem. Um musical.
Belêss. Tu vai acompanhando a historinha e descobre que o começo todo, com o nosso protagonista se transformando em lobisomem era um filme dentro do filme. Quando eles saem do cinema, é bom destacar que só tem cartaz de terrorzão clássico. Mas enfim. A música tá rolando, o saltitante Michael vai cantando e, quando tu acha que vai cantar junto o refrão, cadê?
O Michael metaforicamente te diz "CALMA". E tu fica naquela ansiedade, tipo "COMO assim ele quebrou a música dele?". É claro que, antes de tu pensar isso, tu nem tinha se ligado que o Michael já tinha quebrado no meio a noção que tu tinha do que era um videoclipe até então.
Daí vem o "rap" com o vozeirão do Vincent Price - e os mortos se levantam. E, quando tu vê, quem tá lá no meio dos mortos? Michael Jackson, mais feio do que nunca. (Essa última frase vale tanto pro Thriller quanto pra situação atual dele) E, "pior": ele começa a dançar com os zumbis. E, "PIOR": não parece idiota. Não muito, pelo menos. Os bichos são bem feitos, eles ainda conseguiriam te assustar, apesar de estarem fazendo aquela coreografia sensacional.
Aí sim é que vem o refrão todo, inteiro, pra todo mundo cantar junto sem se preocupar. E eis que os zumbis realmente te assustam: quando a mocinha sai correndo pra uma casa velha (ah, os clichês de filme de terror), lá vem os queridões de novo, com Michael na liderança. Quando ela vê... BU, era o Michael de verdade, só que sem maquiagem. Se o clipe fosse feito nos anos 2000, essa parte poderia ser assustadora de fato. De qualquer forma, no final, o Michael dá aquela olhada marota e pronto: é o filme dentro do filme de novo, a metalinguagem final.
A ideia do próprio MJ se alterando fisicamente ao longo do clipe é importante (assim como profética...): o clipe de Thriller, talvez - e só talvez - mais do que a música, é a grande obra-prima dele, o maior artista pop. Por que quando tu quer ser pop a imagem é, talvez - e só talvez - tão importante quanto a própria música. Quando tu faz um curtametragem desse, com direito a créditos finais, direção do John Landis, música incidental do Elmer Bernstein e tal, tu quer que as pessoas te vejam que sejam influenciadas pela tua imagem também. Pelas roupas, pelo estilo, pela coreografia. Tudo isso faz parte do jogo do pop enquanto gênero musical. Ou, pelo menos, começou a fazer parte com mais ênfase a partir de Thriller, o clipe.
(PS: a imagem ali do meio é do Cersibon, pra quem não tá ligado)
A despeito dessas bizarrices, o que sobra de bom mesmo depois disso é a música do cara. Então, nada mais justo do que falar sobre aquela que é, na minha humilde opinião, a obra-prima dele: Thriller. (Recomendo clicar ali pra ver o clipe, já que não dá pra embedar)
Eu já falei sobre isso, meio por cima, em algum lugar no meu velho blog, mas não custa ressaltar: Thriller era mais que um videoclipe. Era um evento pop.
Te imagina nos anos 80. Tu já tinha ouvido Thriller, a música. Conhecia ela e tal. Aí o Máicol vai lá e lança esse clipe (provavelmente tu vai ter assistido ao clipe no Fantástico). Clipe não: curtametragem. Um musical.
Belêss. Tu vai acompanhando a historinha e descobre que o começo todo, com o nosso protagonista se transformando em lobisomem era um filme dentro do filme. Quando eles saem do cinema, é bom destacar que só tem cartaz de terrorzão clássico. Mas enfim. A música tá rolando, o saltitante Michael vai cantando e, quando tu acha que vai cantar junto o refrão, cadê?
O Michael metaforicamente te diz "CALMA". E tu fica naquela ansiedade, tipo "COMO assim ele quebrou a música dele?". É claro que, antes de tu pensar isso, tu nem tinha se ligado que o Michael já tinha quebrado no meio a noção que tu tinha do que era um videoclipe até então.
Daí vem o "rap" com o vozeirão do Vincent Price - e os mortos se levantam. E, quando tu vê, quem tá lá no meio dos mortos? Michael Jackson, mais feio do que nunca. (Essa última frase vale tanto pro Thriller quanto pra situação atual dele) E, "pior": ele começa a dançar com os zumbis. E, "PIOR": não parece idiota. Não muito, pelo menos. Os bichos são bem feitos, eles ainda conseguiriam te assustar, apesar de estarem fazendo aquela coreografia sensacional.
Aí sim é que vem o refrão todo, inteiro, pra todo mundo cantar junto sem se preocupar. E eis que os zumbis realmente te assustam: quando a mocinha sai correndo pra uma casa velha (ah, os clichês de filme de terror), lá vem os queridões de novo, com Michael na liderança. Quando ela vê... BU, era o Michael de verdade, só que sem maquiagem. Se o clipe fosse feito nos anos 2000, essa parte poderia ser assustadora de fato. De qualquer forma, no final, o Michael dá aquela olhada marota e pronto: é o filme dentro do filme de novo, a metalinguagem final.
A ideia do próprio MJ se alterando fisicamente ao longo do clipe é importante (assim como profética...): o clipe de Thriller, talvez - e só talvez - mais do que a música, é a grande obra-prima dele, o maior artista pop. Por que quando tu quer ser pop a imagem é, talvez - e só talvez - tão importante quanto a própria música. Quando tu faz um curtametragem desse, com direito a créditos finais, direção do John Landis, música incidental do Elmer Bernstein e tal, tu quer que as pessoas te vejam que sejam influenciadas pela tua imagem também. Pelas roupas, pelo estilo, pela coreografia. Tudo isso faz parte do jogo do pop enquanto gênero musical. Ou, pelo menos, começou a fazer parte com mais ênfase a partir de Thriller, o clipe.
(PS: a imagem ali do meio é do Cersibon, pra quem não tá ligado)
O rei subiu no telhado..
Aos 51 anos, após reerguer-se de seus problemas judiciais, passar por crises financeiras, ter chegado ao auge do sucesso e do descaso, o rei do pop, na véspera da sua turnê de despedida, bateu as botas.
Eu particularmente sou suspeito a falar do Michael Jackson, sempre o achei fera, musicalmente, dançando, lançando moda, compondo, assim como também achava que ele tinha sérios problemas de ordem psiquiátrica (não leiam pedofilia).
Não acreditei nas versões dos pais das crianças que o processaram. Acompanhando os julgamentos e depoimentos dos pais, tive a impressão duma tentativa deslavada de aparecer na mídia e enriquecer, as custas de uma pessoa sem malícias e desprecavida.
Mr Jackson sempre me pareceu uma criança que não queria crescer, talvez pelos maus tratos de seu pai na infância, ou então por ter começado a trabalhar com 5 anos de idade, ou ainda pelo peso de lidar com o sucesso e fama tão jovem e sem nenhum preparo psicológico para isso.
Mesmo com essa estrutura familiar complicada, Mike conseguiu sobressair-se entre os seus 4 irmãos no Jacksons 5 e ser o maior pop star de todos os tempos.
Faltam palavras para expressar nossa tristeza com essa perda para o mundo artístico.
Maicão, descanse em paz!
Terça que vem: Especial MAGMAicou Jackson
Eu particularmente sou suspeito a falar do Michael Jackson, sempre o achei fera, musicalmente, dançando, lançando moda, compondo, assim como também achava que ele tinha sérios problemas de ordem psiquiátrica (não leiam pedofilia).
Não acreditei nas versões dos pais das crianças que o processaram. Acompanhando os julgamentos e depoimentos dos pais, tive a impressão duma tentativa deslavada de aparecer na mídia e enriquecer, as custas de uma pessoa sem malícias e desprecavida.
Mr Jackson sempre me pareceu uma criança que não queria crescer, talvez pelos maus tratos de seu pai na infância, ou então por ter começado a trabalhar com 5 anos de idade, ou ainda pelo peso de lidar com o sucesso e fama tão jovem e sem nenhum preparo psicológico para isso.
Mesmo com essa estrutura familiar complicada, Mike conseguiu sobressair-se entre os seus 4 irmãos no Jacksons 5 e ser o maior pop star de todos os tempos.
Faltam palavras para expressar nossa tristeza com essa perda para o mundo artístico.
Maicão, descanse em paz!
Terça que vem: Especial MAGMAicou Jackson
quinta-feira, 25 de junho de 2009
Criador a vuvuzela perde lucro da ideia e luta contra veto na Copa
Deu no UOL. Momento Carlos Comenta aqui:
"Freddie Maake, conhecido no país pelo apelido de Saddam"
Faz muito sentido.
"'Diziam que era uma arma, não podia entrar com ela', conta o torcedor de 53 anos"
Faz muito sentido também. Bons tempos.
Mas, tá, deu desse assunto.
"Freddie Maake, conhecido no país pelo apelido de Saddam"
Faz muito sentido.
"'Diziam que era uma arma, não podia entrar com ela', conta o torcedor de 53 anos"
Faz muito sentido também. Bons tempos.
Mas, tá, deu desse assunto.
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terça-feira, 23 de junho de 2009
#28 - 23/06
Devem rolar fotos desse muito em breve, assim que o Terneiro tomar vergonha na cara. No mais, preparem-se pra semana que vem!
Ludov - Da Primeira Vez
Hieroglyphics - Jingle Jangle
Green River - New God
Ska Cubano - Oye Compay Juan
Generationals - When They Fight, They Fight
"Análise": Claudinho e Buchecha - Só Love
João Brasil - Baile Parangolé
Scarlett Johansson & Pete Yorn - Relator
Classic Magma: Biro Jack - Vagabundo
Yo La Tengo - Shaker
Yo La Tengo - Periodically Double Or Triple
Download parte 1!
Download parte 2!
Só pra reforçar, então, Joel Santana e seu inglês:
E esse belo momento do futebol também:
Ludov - Da Primeira Vez
Hieroglyphics - Jingle Jangle
Green River - New God
Ska Cubano - Oye Compay Juan
Generationals - When They Fight, They Fight
"Análise": Claudinho e Buchecha - Só Love
João Brasil - Baile Parangolé
Scarlett Johansson & Pete Yorn - Relator
Classic Magma: Biro Jack - Vagabundo
Yo La Tengo - Shaker
Yo La Tengo - Periodically Double Or Triple
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Só pra reforçar, então, Joel Santana e seu inglês:
E esse belo momento do futebol também:
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